domingo, 24 de janeiro de 2010

Hubble Deep Field – A imagem mais importante do universo

Impressionante documentário, que nos faz refletir sobre como somos pequenos diante da imensidão da do universo.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

LHC e o Fim do Mundo

Esse post merece ser dividido em dois. A motivação foi uma palestra que assisti do Dr. Michelangelo Mangano, cientista do CERN, em parte responsável pelo contato do LHC com a imprensa. Parte das conferências de imprensa sobre o LHC e seus possíveis riscos foi dada por ele, e inclusive me parece que ele chegou a representar o LHC em processos jurídicos abertos por desocupados, alegando que os cientistas querem destruir o mundo.


No primeiro post falarei sobre essa idéia. No segundo, sobre a nova era de informação acessível, internet, e o tanto de bobagens que podem sair daí.
Pra começar, vamos ao experimento. O  LHC vai colidir prótons com prótons, a uma velocidade nunca antes feita em laboratório. Está equipado com 5 detectores diferentes, cada um especializado para uma tarefa específica. Já sabemos que esse tipo de colisão gera coisas interessantes. Muitas partículas novas foram descobertas de colisões semelhantes. E, mais importante, a única coisa que sabemos fazer a nível subatômico é colidir partículas. Para mais informações, google (o artigo da Wikipedia está horrível, evitem).



A alegação de algumas pessoas (não especialistas no assunto, algumas (a maior parte) nem físicos) é que o LHC vai criar um buraco negro e sugar todo o planeta, causando o fim da humanidade. Algumas pessoas não se contentam somente em reclamar, mas resolvem abrir processos na justiça, como falei.


Pra começar, de onde eles tiraram essa idéia?


Em alguns modelos de dimensões extras, uma solução de buraco-negro existe. Em outras palavras, se dimensões extras, além das 3 de espaço e uma de tempo que vemos, existirem, pode ser, quem sabe, que mini-buracos negros sejam criados em colisões de altas energias. E talvez, o LHC tenha a energia suficiente para essas colisões.


Então já temos grandes "se"'s nessa história. Vou apresentar o resumo da palestra mencionada (baseada num  artigo do mesmo Dr.). Aqui a minha análise é superficial. No artigo é bem feita e detalhada. Mas como o objetivo aqui é divulgação científica, eu me permito pecar em falta de exatidão. Então vamos considerar que todos esses "se"s sejam satisfeitos. Vamos ver que outros argumentos temos pra dizer que o LHC é seguro.



Reversibilidade: Como novas partículas são detectadas? Simples. Temos inicialmente duas partículas, A e B, que colidem gerando C. C é muito massivo e é mais estável para esse decair novamente, se transformando de novo em A e B. Em outras palavras, temos a reação
A+B → C → A+B
Ainda que C dure um tempo muito pequeno, temos formas de detectar que ele existiu. Todas as partículas, exceto os quarks up, down, elétrons, fótons e neutrinos, são detectadas dessa forma. O "sinal" que C deixa se chama ressonância, e podemos vê-las em nossos detectores. Então, assim como todas as outras partículas, não há porque imaginar que um buraco-negro, se criado, não decaia novamente em A+B. Então, avancemos mais um pouco, e digamos que existe algum mecanismo, desconhecido, que permita que A+B → C mas não permita o inverso, ou seja C → A+B.


Radiação Hawking: Hawking mostrou que, de acordo com as teorias muito bem conhecidas e verificadas experimentalmente, os buracos-negros emitem radiação. Em O termo pra isso ficou "evaporar", o buraco-negro vai perdendo massa, e liberando fótons (ondas eletromagnéticas) à medida que "evapora". Hawking mostrou ainda que quanto menor o buraco-negro maior a radiação emitida, e menos tempo ele dura. Um mini-buraco-negro, como os que seriam formados no LHC, duraria frações de segundos. Pra ser mais preciso, algo da ordem de 10 -27 s, ou 0,000000000000000000000000001 segundos. Ainda que ele consiga capturar algumas outras partículas nesse tempo ínfimo, ele vai evaporar da mesma forma. Novamente, digamos que a Radiação Hawking não vale para mini-BNs, nessa escala alguma nova teoria seja necessária (esse ponto tenho que admitir que faz sentido). Vamos ver o que mais temos.




Mecanismo de decaimento de Schwinger: Como o BN seria formado a partir de Quarks, há de se supor que ele seja carregado (possua uma carga, elétrica, ou de cor). Esse mecanismo diz que tal configuração não é estável, e assim como a radiação Hawking, tal objeto decairia. Mais uma vez, vamos dizer que isso não acontece.


Modelos de Acreção: Mangano considera então que esses miniBNs não evaporam. O BN começa muito pequeno, e vai comendo matéria aos poucos. Partícula por partícula. Ao contrário do que se imagina, ele não suga tudo pra si, apenas o que está muito próximo. Estamos falando aqui de dimensões de partículas elementares, menores do que qualquer coisa que já conseguimos detectar até hoje. Então o BN é criado no LHC em repouso (o que já é muito improvável de acontecer), é atraído para o centro de gravidade da Terra e vai comendo matéria aos poucos. A interação com o material da Terra faz ele perder velocidade até ficar parado no centro da Terra, e dali ele começa a comer tudo. Considerando números altíssimos para a densidade da Terra (maior a densidade, maior o crescimento), Mangano faz o cálculo de quanto tempo demoraria para o BN ficar do tamanho de um átomo, e então para dobrar de tamanho (para 2x o tamanho de um átomo). E finalmente para se tornar "realmente perigoso". Quase todos os modelos fornecem um tempo maior que 10 bilhões de anos. Pra quem não sabe, temos muitas razões para acreditar que o Sol não sobrevive mais que 6 bilhões de anos. Ou seja, antes que esse BN possa fazer alguma coisa, já seremos devorados pela gigante vermelha que o Sol vai se tornar.


No entanto existe um modelo em particular que poderia gerar problemas, que dá um tempo de "amadurecimento" de alguns milhares de anos. Vamos ver o que mais podemos analizar.


Raios Cósmicos:  A energia máxima das colisões no LHC será de 14 TeV (Tera-eletronvolts). Mas recebemos a cada momento, em todos os cantos da Terra, partículas muito mais energéticas, os chamados raios cósmicos. Muito mais significa 1020 eV, ou seja, colisões (com os prótons que já existem na atmosfera) de 10000000 vezes mais energéticas que as que serão feitas no LHC. Como o próprio Mangano diz no artigo, "qualquer coisa que puder ser criada em aceleradores na Terra já está sendo feita pela natureza". Então, se tais buracos-negros puderem ser formados, eles já estão sendo formados na nossa atmosfera, aos montes. A estimativa é de 1022 colisões acima da energia do LHC desde a existência da Terra. E ainda estamos aqui...




Mas vamos supor que, justamente por serem muito energéticos, eles interajam fracamente com a Terra, e passam direto (todos eles). O Sol é algumas centenas de vezes maior que a Terra. Se a Terra fosse um grão de coentro, o Sol seria uma bola de futebol. Além de muito mais massivo, é bem maior, e recebe uma quantidade bem maior de raios cósmicos. Por ser muito massivo, o Sol tem uma chance bem maior de "segurar" esses mini-BNs. E mesmo assim ele existe há uns 5 bilhões de anos...


Digamos que esses BNs são tão desgraçados, que também passam direto pelo Sol. Mas eles dificilmente escapariam da densidade de Estrelas de Neutrons e Anãs Brancas. A idade avançada desses objetos mostra que eles não foram engolidos por um mini-BN até hoje. O que dá mais um ponto pro LHC.


Se, mais uma vez, esses BNs forem tão fracamente interagente que não são parados por esses objetos (uma Anã Branca por exemplo chega a densidades de 1 tonelada por cm cúbico), não há porque imaginar que eles interagiriam com a Terra, muito menos densa e menor que isso.


Resumindo a ópera. Para um Mini-BN destruir a Terra é necessário:



  • Que dimensões extras existam
  • Que a Radiação de Hawking e de Schwinger não funcione para eles
  • Que eles não decaiam em outras partículas, por algum mecanismo mágico
  • Que eles sejam suficientemente interagentes
  • Que a energia do LHC seja suficiente para criá-los
Ainda assim, se tudo isso for satisfeito
  • Ainda não detectamos nenhum em Raios Cósmicos, que são absurdamente mais energéticos que o LHC
  • A Terra, o Sol, Estrelas de Neutrons, Anãs Brancas, etc, existem (BNs formados em colisões energéticas dificilmente deixariam esses objetos, principalmente os mais densos, inteiros)
  • Muito possivelmente o Sol destruiria a Terra bem antes que qualquer BN hipotético e que viole todas essas condições possa sonhar em fazer isso.
É isso. Espero ter deixado claro que não existe risco. Aliás, existe, assim como existe o risco do universo se desintegrar exatamente agora, sem nenhum motivo. Ou a chance de você ganhar na loteria 5 vezes seguidas sem fazer nenhum jogo. Essas coisas podem acontecer, mas tudo indica que não vão.


Em breve comento sobre aspectos "gerais" disso. Esse medo recente da sociedade, e do que pode vir a se tornar uma nova caça às bruxas (dessa vez com as bruxas sendo os cientistas).

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Nasa faz desconto de US$ 14 milhões na venda de ônibus espaciais;

Falta pouco para a aposentadoria da frota de ônibus espacias da Nasa e nem todas as naves têm destino certo. Em nota, a agência espacial americana, anunciou que reduziu de US$ 42 milhões para US$ 28,8 milhões, o valor a ser pago por qualquer organização que queira comprar e expor os ôninus espaciais após eles serem desativados.





Segundo a Nasa, o ônibus espacial Discovery será entregue ao Museu Nacional de Ar e Espaço dos EUA, onde poderá ser apreciado pelo grande público. Restam ainda os ônibus Endeavour e Atlantis, disponíveis para compra. As instituições interessadas em adquirir uma das naves têm o prazo até o dia 19 de feveiro para enviar suas propostas à agência americana.
As naves devem sair de ciculação já no segundo semestre deste ano e serão entregues aos compradores em 2011.




Missões atuais

Atualmente, os cosmonautas Oleg Kotov e Max Suraev trabalham na plataforma orbital na missão da nave Soyuz TMA-16. A dupla trabalha no módulo Poisk, que servirá para receber naves russas.

Os cosmosnautas serão, inclusive, os primeiros a usar a nova escotilha, quando reposicionarem a nave Soyuz na operação prevista para a próxima quinta-feira (21).
Em Terra, prosseguem os preparativos para o próximo lançamento do ônibus espacial Endeavour. A nave parte em fevereiro para a Estação Espacial Internacional e será o penúltimo voo da Endeavour antes de sua aposentadoria.

Foto: O ônibus espacial Atlantis é um dos dpos cargueiros disponíveis para venda e poderá ser entregue em 2011. Crédito: Nasa.

Terremoto no HAITI mata milhares de pessoas

O país do HAITI sofreu um terremoto, e pode ter morrido milhares de pessoas.

"Acho que a única boa notícia é que o tremor ocorreu tarde (16h50 locais, 19h50 de Brasília) e muitas pessoas que estariam trabalhando nestes prédios estavam na rua ou em casa", contou Alice. O Brasil lidera a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) desde 2004. Há 1.266 militares brasileiros no país, segundo o Ministério da Defesa, sendo que a morte de quatro deles já foi confirmada.

A Jordânia também confirmou a morte de pelo menos três de seus soldados no país. Já a mídia estatal chinesa informou que oito soldados da China morreram e outros estão desaparecidos. "Neste momento de tragédia, estou muito preocupado com o povo do Haiti e também com os muitos funcionários das Nações Unidas que atuam lá", afirmou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em comunicado.

Agora eu me pergunto será que o terremoto que pode ter matato milhares de pessoas tem algo a ver com 2012 será que esse é um começo, antes do HAITI sofrer este terremoto, a cidade brasileiro São Paulo conhecido por sua enorme quantidade de população fui atingida por uma chuva forte mais do que previsto por um mês todo, devido a quantidade de lixo jogado na rua de São Paulo os esgotos entupiram e as aguas não tinham para onde ir e ficavam ali no meu da rua, alguns dias depois desse alagamente que São Paulo sofreu ele teve mais uma enchente mais foi fraca e depois o desastre no HAITI mais será que isso é um começo da destruição que ira acontecer em 2012 ou isso acontece por causa que a raça humano não cuida o bastante da sua cidade jogando lixo onde não se deve.

Cálculos sustentam a hipótese de outras civilizações na Via Láctea

Cientistas estão mais do convictos da existencia de seres em outro planetas (ETS)

"Com certeza devem existir outras estrelas como o nosso Sol, e outros planetas como a Terra", afirmou Geoff Marcy, cientista planetário da Universidade da Califórnia em Berkeley, durante uma conferência sobre ciência planetária que ocorreu na semana passada em Aspen. "A vida primitiva, pelo menos, pode ser comum no universo".

Os caçadores de planetas se congregaram em Aspen para comemorarem a descoberta dos quase 150 planetas "extra-solares" nos últimos dez anos, e também para discutirem novas maneiras de observar o céu.

O Estado do Colorado, na região central dos EUA, se tornou um centro para a pesquisa planetária. A Universidade do Colorado, por exemplo, é uma das principais universidades do país neste campo, e a Ball Aerospace, em Boulder, fabricou a maior parte dos instrumentos usados no Telescópio Espacial Hubble. O valor das pesquisas na área mostrou ser incalculável.

Vários dos planetas descobertos são "Júpiteres quentes" --planetas grandes e gasosos tão próximos às suas estrelas que neles a vida parece ser impossível.

Mas, nos últimos meses, os astrônomos aperfeiçoaram os seus instrumentos para detectarem mundos menores. Eles têm encontrado planetas que estão suficientemente distantes de suas estrelas para possibilitar a existência de água no estado líquido --algo que se acredita ser uma condição para a existência de seres vivos.

Os cientistas dizem que dentro de poucas décadas talvez sejam capazes de detectar os sinais químicos da vida na atmosfera de um planeta semelhante à Terra.

"Escritores de ficção científica previram isso décadas atrás, e agora os cientistas percebem que provavelmente trata-se de uma realidade", disse Bruce Jakosky, cientista planetário da Universidade de Boulder.

"Estamos percebendo que a vida na Terra não parece ser algo de especial", afirmou. Segundo Jakosky, a vida no nosso planeta surgiu tão logo isso se tornou possível, após os meteoritos terem deixado de bombardear furiosamente o jovem planeta.

A principal mensagem obtida após uma década de descobertas de planetas é que há sistemas planetários por toda a Via-Láctea, em pelo menos 3% das estrelas. Existem cerca de 200 bilhões de estrelas na nossa galáxia.

Os cientistas jamais puderam prever as descobertas que seriam feitas nos últimos dez anos. No início de 1995, duas equipes de cientistas anunciaram que havia falhas enormes nas pesquisas planetárias. Vários pesquisadores começaram a concluir que o nosso sistema solar estava sozinho na galáxia, disse Michel Mayor, do Observatório de Genebra.

Mas, a seguir, a sua equipe chegou à conclusão de que a discreta oscilação de uma estrela semelhante ao sol seria causada por um planeta gigante girando velozmente à sua volta.

O grupo de Marcy confirmou o fato: a atração gravitacional era causada por um planeta com metade da massa de Júpiter que orbitava a sua estrela a cada quatro dias.

Desde então, as técnicas utilizadas para detectar tais oscilações foram aperfeiçoadas. Os pesquisadores têm feito experiências por meio de outras técnicas telescópicas.

Mas o próximo grande salto em detecção planetária --a descoberta de outros planetas semelhantes à Terra-- provavelmente não será dado até pelo menos 2007, dizem os cientistas, quando a Nasa planeja lançar o telescópio espacial Kepler.

"Atualmente, os engenheiros da Ball Aerospace estão construindo esse instrumento", diz Harold Reitsema, diretor de programas avançados de ciência espacial da companhia. A Nasa e a Agência Espacial Européia também começam a planejar outras missões a serem lançadas depois do Kepler; a Missão de Interferometria Espacial, o Descobridor de Planetas Terrestres e o interferômetro espacial de infravermelho Darwin.

Não se sabe o que acontecerá a seguir, embora uma coisa seja certa: não haverá tão cedo visitas tripuladas a esses planetas, já que eles estarão provavelmente a dezenas ou milhares de anos-luz da Terra.

Marcy fez uma série de cálculos que sugerem ser possível a existência de milhares de civilizações avançadas na Via-Láctea.

"Só existe um problema: Onde estão elas? Por que não as vimos?", questiona Marcy.

Os cientistas não encontraram inscrições na Lua, espaçonaves acidentadas em Marte, ou mensagens à deriva no espaço. Marcy sugere que talvez as civilizações simplesmente não durem tempo suficiente para que se comunicarem umas com as outras. E quem sabe a evolução darwiniana, algo que geralmente se acredita ser uma conseqüência inevitável da vida, não produza necessariamente inteligência.

"Talvez existam outras maneiras de os organismos sobreviverem e se tornarem os mais aptos", afirma Marcy.

Fonte: The New York Times (UOL Midia Global)

Cidade com índice zero de emissão de carbono




Os Emirados Árabes Unidos, um dos maiores produtores mundiais de petróleo, vão gastar US$22 bilhões para erguer a primeira cidade do mundo que terá um índice zero de emissão de gases causadores do efeito estufa.

Além de ser totalmente "verde", a nova cidade de Masdar abrigará também um instituto de pesquisas voltado para o desenvolvimento de fontes alternativas de energia. Isso em um país que é o terceiro maior produtor de petróleo do mundo e que possui 10% de todas as reservas mundiais conhecidas.

Masdar será construída nos arredores da capital, Abu Dhabi, em uma área de sete quilômetros quadrados. A cidade ecologicamente correta terá uma capacidade para abrigar 50.000 habitantes, e será erguida a um custo de US$22 bilhões.

CARROS SERAM BANIDOS

Para minimizar o consumo de energia, as casas foram projetadas de forma a ter menor demanda por eletricidade, principalmente para os sistemas de ar-condicionado e iluminação. Isso foi conseguido projetando-se ruas mais estreitas no sentido sudoeste-noroeste, o que ampliará as áreas sombreadas. Adicionalmente, os prédios terão torres de resfriamento que utilizarão o vento natural.

Como seria de se esperar, os carros com motores a combustão estão simplesmente banidos em Masdar. Serão permitidos apenas miniveículos elétricos e que somente poderão ter suas baterias recarregadas a partir da energia solar. O transporte coletivo será feito em veículos leves sobre trilhos, também elétricos.

A Profecia Final

Conforme o dia 21 de dezembro de 2012 se aproxima, as profecias maias ganham cada vez mais atenção em todo o mundo. Existe alguma legitimidade científica nestas profecias ou o Código Maia não passa de uma grande idéia para um filme de desastre? 2012 acompanha o geólogo da Princeton, o Dr. Adam Maloof, em sua análise científica moderna sobre esta antiga profecia maia. Maloof viaja até os antigos templos maias em Yucatán, no México; confere material arqueológico em Dresden, na Alemanha; e se vê no grande deserto australiano em busca da verdade. A utilização de computação gráfica e entrevistas com cientistas nas áreas de geologia, antropologia e astronomia fornecem aos telespectadores uma explicação científica dramática para o que pode ou não acontecer em 2012.